agosto 29, 2007

apresentação da revista sulscrito

Apanhado na rede: performance do Sulscrito no Café Aliança.

Publicado por fernando esteves pinto em 05:09 PM | Comentários (2) | TrackBack

agosto 27, 2007

revista sulscrito

Devido ao interesse de vários leitores, aqui fica onde e como chegar à revista “Sulscrito”:

A revista “Sulscrito” nº1 encontra-se, por agora, à venda em vários locais no Algarve: Bibliotecas Municipais de Tavira, de Vila Real de Sto. António e de Faro; na ARCA - Associação Recreativa e Cultural do Algarve e no Café Aliança Cultural.

Irá estar à venda nas Livrarias “Livro do Dia” em Torres Vedras, “Ler Devagar” em Lisboa e noutras, ainda a definir, no resto do país. Será também vendida em Espanha.

Outra forma de adquirir a revista é através do correio. Para isso, basta contactar-nos por email (sulscrito@yahoo.com) e indicar o número de exemplares pretendidos e deixar o endereço postal.
O preço da revista é de 2,50€, mais gastos de envio (0,50€ para Portugal).

A revista irá estar à venda em todos os próximos eventos do Sulscrito (apresentações, recitais, etc.).
Hoje estaremos no Café Aliança, às 21h30, para apresentar a revista e assistir a um concerto de Jazz.
Na próxima 2ª feira, dia 3 de Setembro, à meia noite, estaremos no bar “Nordik”, na baixa de Faro, para um recital: “nocturno 1.0″.

Há, portanto, por agora, várias hipóteses.
Não hesitem em contactar-nos e, se puderem, apareçam nos eventos que iremos divulgando.

in Sulscrito

Publicado por fernando esteves pinto em 12:13 PM | Comentários (0) | TrackBack

agosto 22, 2007

relações e aversões

Não me surpreende o que o Luis Ene escreveu aqui sobre o facto de ter conhecimento por terceiros que eu havia cortado relações de amizade com ele. Vamos lá então desmontar a engrenagem da hipocrisia. Depois de o Luís ter abandonado o projecto Sulscrito – por motivos estruturais, nas palavras dele –, e quando nos cruzávamos ocasionalmente em qualquer local, nunca o Luís Ene tomou a iniciativa para me cumprimentar, nos casos em que ele chegava depois de mim. A mesma atitude repetiu-se durante a feira do livro de Faro: nunca o Luís Ene visitou o pavilhão Sulscrito, estando ele mesmo ao lado, a escassos metros, em algumas noites. Quando na noite da apresentação da revista Sulscrito tive um breve encontro com Henrique Fialho (a terceira pessoa), este perguntou-me se eu mantinha algum contacto com o Luís Ene. Respondi que não, obviamente. E acrescentei que estávamos de relações cortadas. Agora, quando o Luís Ene diz “desconhecer tal facto”, eu só tenho um nome para isso: sonso.

E uma vez que o Luís Ene se refere à sua saída do Sulscrito por “divergências estruturais”, eu faço-lhe lembrar que o que aconteceu foi mais grave. O Luís Ene abandonou o projecto Sulscrito porque não sabe lidar com ideias. Pior ainda: o Luís Ene tem um problema de relacionamento com pessoas que têm ideias. A ruptura deu-se quando o Luís Ene pretendeu direccionar os projectos do Sulscrito para uma área individual e particular: ele mesmo. Foi convocada uma reunião para ultrapassar este problema “estrutural”, e o Luís Ene simplesmente não apareceu, desvinculando-se do grupo, em três linhas, num e-mail. Também não me surpreendeu: as suas atitudes são verdadeiras micronarrativas.

Antes do sulscrito, o luís Ene esteve envolvido em dois projectos com alguma ambição. Ambos falharam em poucos meses. Problemas estruturais? Claro que não. Eu aponto o fracasso para a complicação de ideias. Mas se o Luís Ene insiste que o que o trama são as "estruturas" em que está envolvido, eu aconselho-o a melhorar a matéria-prima, a começar por si e reavaliando as suas próprias atitudes num grupo de trabalho.

Diz o Luís Ene que já suspeitava ter ganho um inimigo. Eu. Sempre lhe quis bem enquanto trabalhámos juntos. Incentivei-o. Levei-o a Espanha e ele nunca soube aproveitar os contactos que partilhei com ele. Luís Ene não precisa de inimigos, nem eu me dou ao trabalho de o ser. O pior inimigo de luís Ene é ele próprio: Luís Ene. Infelizmente, isto não é nenhuma micronarrativa. Contudo, Luís Ene corre sérios riscos de se tornar numa auto-ficção.

Publicado por fernando esteves pinto em 08:22 PM | Comentários (3) | TrackBack

agosto 17, 2007

Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008

A Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e o Ayuntamento de Punta Umbría instituem o “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”

Podem concorrer a este prémio, todos os escritores, nacionais e estrangeiros, desde que as obras a concurso sejam apresentadas em português ou espanhol.


Os originais em português serão dirigidos ao júri do “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”, e deverão ser entregues em mão na sede do Município de Vila Real de Santo António – Praça Marquês de Pombal – 8900 – 231 Vila Real de Santo António ou remetidos por correio registado, com aviso de recepção, para a mesma morada, até ao dia 31 de Outubro de 2007.


Os originais em espanhol deverão ser entregues na Casa de Cultura de Punta Umbría – Plaza de las Artes s/n – Punta Umbria – 21100 Huelva, España, podendo as respectivas disposições regulamentares ser consultadas em www.ayto-puntaumbria.es.


A participação no Prémio com originais em português implica o conhecimento do respectivo Programa de Concurso, que foi publicitado na imprensa e pode ser consultado em www.cm-vrsa.pt ou solicitado à Câmara Municipal de Vila Real de Santo António, Núcleo de Gestão dos Espaços Culturais, pelo telefone 281 510 045/7 ou fax nº 281 510 049.


Cada concorrente poderá participar apenas com um original, com um mínimo de trinta páginas e um máximo de quarenta, apresentado em triplicado, em letra Times New Roman, corpo 12 e espaço duplo.


Os originais deverão ser encerrados em invólucro opaco, fechado e lacrado, devendo constar no rosto, o título da obra e o pseudónimo do autor. Os elementos de identificação do autor deverão ser encerrados num segundo invólucro opaco, fechado e lacrado, em cujo rosto deve ser escrito o pseudónimo do seu autor. Por sua vez, os invólucros referidos nos números anteriores são guardados num outro invólucro opaco, fechado e lacrado, dirigido ao júri do concurso “Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2008”.


O valor do Prémio em cada uma das modalidades, português e espanhol, é de 2.500,00€ (dois mil e quinhentos euros). As obras vencedoras serão editadas em livro, recebendo os autores cinquenta exemplares a título de direitos de autor.

O júri, constituído por três escritores de reconhecido prestígio, deliberá até 31 de Dezembro de 2007, em acta que conterá os fundamentos da sua decisão.

Publicado por fernando esteves pinto em 11:42 AM | Comentários (8) | TrackBack

agosto 13, 2007

feira do livro de Faro

Apanhado na rede. Apresentação da revista Sulscrito na feira do livro de Faro.

Publicado por fernando esteves pinto em 05:19 PM | Comentários (0) | TrackBack

agosto 11, 2007

o que da semente enfim se move

O nº 1 da revista de literatura do Sulscrito já está na rua. A apresentação pública foi no dia 10 durante a feira do livro de Faro. Alguns colaboradores estiveram presentes: Pedro Sousa, Miguel Godinho, Reinaldo Barros e Henrique Manuel Bento Fialho, além dos directores da revista - Pedro Afonso, João Bentes e Fernando Esteves Pinto. Esta publicação irá ter distribuição pelos países de origem dos seus colaboradores. Aqui fica o editorial:

Este é um espaço de nascimento e reflexão. O que da semente nasce é a vontade – raiz consciente de uma acção. O que nestas páginas enfim se move é o desejo na concretização de um acto: escrever. Temos assim um objecto de raiz, onde a poesia é a folhagem das ideias que valorizam a realização.

O devir desta Semente é a transgressão, quer da linguagem, quer da sua condição estática; a Semente sem raízes é aquela que pode deitá-las quando lhe der jeito, ou tê-las nas regiões etéreas ou invisíveis, desde que não se "envase". É aquela que se move secreta, no sentido em que resiste sem se prender, sem se comprometer, a não ser com ela mesma e com a Vida: o nómada, o habitante da região invisível e inominável.

Há, desta forma, um certo desenraizamento que aqui interessa, outro que se impede. Um particular resvalar para o nomadismo que atrai, um sentir de memória que acrescenta. Uma falta de região que desliza num plano imenso que faz sentir este deserto de forma a que afecte, mas não organize, não plante aqui. Um princípio de luta em duas frentes, frente a frente.

A repressão vigora sobre/entre as coisas de muitas formas. Essa (in)visibilidade é parte delas, tanto quanto o mais se acreditar que é de natureza manipulável qualquer matéria prima. Partindo daqui entende-se como a subjugação é parte essencial da escrita, e como envolve os processos que a consideram.

O princípio será sempre o início da falha, do que antes era a economia de uma possibilidade. Desse evento não se propaga uma forma contínua e monótona, de previsibilidade evidente. O termo – falha – elimina essa hipótese, na medida em que ao significar subjuga.

Circunscrever algo à forma de um objecto, é permitir lhe uma outra existência. Tal diferença é causa de um deslize que nem sempre se pretende, mas que é inevitável na sua essência de falha. Perigosamente, é esse o movimento que interessa, no instante em que o controlo só dá a sensação de alguma água que se infiltra.

Publicado por fernando esteves pinto em 05:38 PM | Comentários (0) | TrackBack

agosto 08, 2007

sulscrito

Apanhado na rede: Sulscrito na feira do livro de Faro.

Publicado por fernando esteves pinto em 05:59 PM | Comentários (0) | TrackBack

informação

Projecto cultural Intensidez. Aqui.

Publicado por fernando esteves pinto em 12:32 PM | Comentários (0) | TrackBack

agosto 07, 2007

teatro do quotidiano

- Tudo o que ele te disser a meu respeito, é mentira.
- A última vez que falei com ele, disse-me que tu eras um tipo com grandes capacidades organizativas.
- Vá lá, falou verdade.
- …

Publicado por fernando esteves pinto em 11:43 AM | Comentários (1) | TrackBack

agosto 01, 2007

poesia

Apanhado na rede - livro de poemas de Luis Filipe Cristóvão: "Pequena Antologia para o Corpo", coleção Palavra Ibérica.

Publicado por fernando esteves pinto em 05:26 PM | Comentários (0) | TrackBack