julho 22, 2003

LEITURA

Depois da leitura particular da sua própria vida
cada um se debruçou na essência literária que o coração indicava.
Em forma de livro ela sentia que não eram aqueles os seus caminhos.
Palavras brutas e ingenuamente arrependidas.
Verdades que por serem desfocadas, davam uma péssima fotografia da vida.
Fecharam os livros no limite da dor.
Nunca uma história é uma ponte de prazer para o nosso amor.
Ele deixou a sua alma a marcar uma página.
Tão inconsciente estava no tumulto das palavras
que a razão se enrugou perante a solidão.

Publicado por fernando esteves pinto em julho 22, 2003 09:52 PM
Comentários

5 - Muito Bom :-)

Afixado por: luis em julho 23, 2003 09:44 PM

Muito ruim, quase não dá para entender do que se trata. A inteligibilidade é coisa mais que primária para um texto; mesmo os extremamente codificados, como a poesia de mário Faustino ou Cecília Meireles, primam pela inteligibilidade. Imagine a importância disto numa narrativa.

Afixado por: Victo Costa em janeiro 12, 2004 06:22 AM

concordo contigo. a poesia sou eu a jogar às escondidas com o leitor.

Afixado por: fernando esteves pinto em janeiro 12, 2004 02:43 PM

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Afixado por: soma em fevereiro 9, 2004 01:39 PM